Ordo Fratrum Minorum Capuccinorum

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updated 12:38 PM CEST, May 22, 2019

Concluído o CPO... agora é a nossa vez

O VIII Conselho Plenário da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos sobre o tema "A graça de trabalhar" aconteceu no período de 26 de outubro à 19 de novembro de 2015. O lugar do encontro foi no Colégio Internacional São Lourenço de Brindes dos Capuchinhos. Os membros foram 44 frades capuchinhos: 34 delegados provindos de todo o mundo e o Conselho Geral da Ordem. Dentro de 4 semanas refletiram juntos sobre diversos aspectos do trabalho entendido como graça. Além dos 44, outros 30 frades participaram em diversos serviços.

O CPO foi realizado em 2 partes:

  • • Primeira parte - "escutar os palestrantes." Durante a primeira parte da segunda semana, os membros do CPO se colocaram em escuta dos especialistas que apresentaram alguns aspectos do trabalho. Estas colocações acadêmicas foram acompanhadas de alguns testemunhos surgidos de diversos campos do nosso trabalho

    A primeira fase de escuta foi concluída na quarta-feira, 4 de novembro, com uma jornada de retiro, dedicada inteiramente à escuta orante do Espírito do Senhor e da sua santa operação.

  • Segunda parte - "Escutar um ao outro". Do dia 5 ao 19 de novembro aconteceu a parte criativa do Conselho. Os frades se dedicaram inteiramente ao processo de criar Proposições concretas e práticas com a finalidade de purificar, adaptar, aprofundar e viver "hoje" a graça de trabalhar na nossa Ordem.

O Conselho foi concluído com uma Solene celebração Eucarística no dia 19 de novembro.

Vos convidamos para ver um vídeo-mensagem do Ministro Geral da Ordem que conclui o VIII CPO.

Ofício de Comunicação do VIII CPO

Caros irmãos, depois de quatro semanas de trabalho, de diálogo, mas também de oração e momentos de recreação vividos juntos, se conclui o VIII CPO sobre a "Graça de trabalhar".

O que te levou a refletir sobre a graça de trabalhar? O fato, que são muitas as situações que estão mudando na vida da Ordem: em alguns lugares está diminuindo o trabalho pastoral; em alguns lugares agora precisará assumir novas formas de trabalho; em muitas fraternidades estamos um pouco lentos e corremos o risco de ter muitos funcionários. Tem ainda o risco de faltar o zelo, e agora nos dispensamos com muito descuido do trabalho.

Não é coisa fácil refletir sobre nossa vida cotidiana, mas nós provamos a fazê-lo, convidando também especialistas, que nos falaram de trabalho, como é visto na sociedade atual, dos mas media, da Igreja. Foi muito enriquecedor além disso, ter entre nós algumas pessoas dedicadas profundamente em um trabalho junto aos pobres, nos cárceres...

Depois de todo este processo de escuta, nós desenvolvemos e articulamos as proposições para fazer um documento, que não queremos que venha a ser destinado súbito a qualquer escafale em biblioteca, pelo qual desejamos colocar em tuas mãos, caro irmão, colocá-lo nas mãos da sua fraternidade. Provavelmente não encontrarão coisas extraordinárias, que mudarão a face da Ordem. Mas de um confronto sério sobre o documento e sobre o nosso modo de trabalhar poderão surgir as mudanças. Tudo dependerá do fato se teremos a coragem de alcançar passos novos e de ser mais vizinho dos pobres, mais atentos a quem é menos afortunado do que nós! Neste caso faremos um caminho de crescimento e seremos certamente melhores filhos de São Francisco.

Agradeço a todos os irmãos que, mesmo diante das responsabilidades nas suas circusncrições, aceitaram a vir aqui em Roma por um mês, para refletir juntos sobre o tema: "A graça de trabalhar".

Percebemos mais de uma vez que a Ordem hoje é muito internacional - intercultural. Se para alguns é óbvio falar sobre "A graça de trabalhar", para outros o trabalho é totalmente uma graça. Então podemos afirmar que esta foi uma ocasião única para ter consciência de quem somos, como estamos e onde somos chamados a caminhar juntos, confrontando, dialogando, e sobretudo se colocando em escuta daquilo que o Espírito tem para nos dizer hoje nos vários contextos nos quais desenvolvemos a nossa missão, no mundo e dentro da Igreja, contribuindo também nós para construção do Reino de Deus.

Caros irmãos, desejo que este CPO VIII represente um verdadeiro momento de graça e uma ocasião de crescimento para toda Ordem. Vos saúdo: paz e bem!

Frei Mauro Jöhri, Ministro Geral, OFMCap

Introdução à Missa - Ministro Geral

Homilia do Ministro Geral

Palavra conclusiva do Ministro Geral

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